terça-feira, 29 de dezembro de 2009
A flor na horta.
Na procura pelos desejos encontrei você,
sobre uma lápide de vidro chorando sonhos remotos.
Andando de passos em passos eu pude ver,
que lágrimas e sonhos não são derrotas.
São apenas desejos insanos de um pobre ser,
do qual o barqueiro ja tem sua quota.
Mas cego de raiva não pode ter,
a única chave para se abrir a porta.
Enquanto caminhava para longe do ser,
joguei para o ar tudo a minha volta;
luz e trevas, poder e viver.
A menina na lápide não estava morta.
Esperança, esperança qual seu dever.
Meu nome é dito com um simples 'jota'.
Não quero continuar sem motivos para querer,
pois vejo a flor que brota na minha horta.
(jardel almeida)
sobre uma lápide de vidro chorando sonhos remotos.
Andando de passos em passos eu pude ver,
que lágrimas e sonhos não são derrotas.
São apenas desejos insanos de um pobre ser,
do qual o barqueiro ja tem sua quota.
Mas cego de raiva não pode ter,
a única chave para se abrir a porta.
Enquanto caminhava para longe do ser,
joguei para o ar tudo a minha volta;
luz e trevas, poder e viver.
A menina na lápide não estava morta.
Esperança, esperança qual seu dever.
Meu nome é dito com um simples 'jota'.
Não quero continuar sem motivos para querer,
pois vejo a flor que brota na minha horta.
(jardel almeida)
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